24.11.06

MST: O Ápice da parasitagem



Marginais matutos, que desobedecem ao principio básico da civilização ocidental: O direito a propriedade privada.
São um bando de pobres vagabundos que não querem trabalhar e transformam essas invasões em uma nobre causa – aos olhos deles.
Eles acham injusto que pessoas melhores articuladas consigam sucesso, querem direitos iguais, mas cagam para os próprios deveres. Ficam por aí, andando de pau-de-arara, conhecendo todo tipo de buraco, fazendo baderna, matando gado, interditando pistas, destruindo anos de pesquisas laboratoriais e mesmo assim saem como coitadinhos!!! Totalmente deslocados no espaço (esse país é capitalista) e no tempo (comunismo já era), pensam estar fazendo revolução acham que Che Guevara (maldito argentino) foi uma lenda e pensam estar seguindo seus passos, não têm na cabeça que o nome desse país é Brasil e não Cuba.
Gente ignorante, escrota e hostil, que, quando recebem terra, vendem, negociam, repassam, enchem o bolso e torram tudo em cana e raparigagem.

Nem o PCC pode ser comparado à essa organização criminosa no intuito de desmoralizar o Estado, dar prejuízo aos donos de terras e gritando ao mundo que vivemos na pré-história do direito, da economia, da política e da civilidade.Como já dizia meu pai (faz tempo que não cito ele) “Dê dinheiro, mas não dê liberdade”, o Brasil é muito desleixado com a disciplina por isso qualquer movimento ativista ganha força, tudo culpa dos malditos liberais.
Tanto que vem virando moda na cidade, hoje qualquer prédio vazio precisa ser lacrado com tijolos, senão vagabundo invade.

Você dono de terra, sabe que eles consideram guerra então para quê ser passivo? Se alguém invadir sua terra, solte seus 60 cães hidrofóbicos neles ou deixe reservado alguns litros de gás Sarin para esses putos inalarem – o novo agrotóxico, já que essa é a nova praga.


Já estou até imaginando os sobreviventes estampados nas manchetes com aquela cara de "pai, perdoa-lhes; porque não sabem o que fazem" (Lucas 23:34), os sociólogos desocupados (pleonasmo) dando entrevistas tentando explicar a violência no campo, mas assim se faz revolução de verdade – na base da força e não no dialogo como os jornalistas pregam. Misericórdia teórica é sangue derramado na pratica.

Dê uma nação de presente para a próxima geração e não essa província.

22.11.06

Balada: Uma aventura noturna


É sexta-feira, um dia comum, o vento fresco na rua deixa um clima agradável para a noite, o que resta é sair, se divertir. As garotas se arrumam cedo para poder chegar antes das 12:00 e conseguir pegar a promoção “Ladies Free”, os rapazes se arrumam com seus camisões, suas calças jeans e seus cabelos com gel.

Olhando friamente para esses eventos de reunir grandes conglomerações em um mesmo local, quente, com ventilação precária, amarrotado de gente e com som alto, chamado popularmente de “balada”. É fácil notar os seus tipos, tem a rodinha de garotas coreomaníacas que só param de dançar para ir ao banheiro jogar uma água no rosto e voltar pra pista, elas geralmente chamam a atenção dos marombados que com seu copo na mão, sua ginga de madeira de lei, se aproximam ao lado pra ver se arrumam algo com as garotas.


Cuidado com as piriguetes



Thiago encostado na parede, balançando a cabeça no ritmo da musica, que não pára de olhar para os lados pra ver se alguma ninfeta o olha, de repente vê que sim! Tem uma olhando para ele, mesmo assim o rapaz tentando ser esperto olha para trás para ver se realmente é com ele, vê que não tem ninguém atrás dele, mesmo porque ele está no canto da parede, por isso só pode ser pra ele, porém o mane fica lá parado tentando pensar em algo para dizer, acaba por pura covardia ficando lá, o medo dele é ir lá e passar vergonha na frente da turma de amigas que está com ela e decide ficar no bar bebendo o seu filho único (um copo de Whisky que desde que chegou comprou e faz durar até aquela altura, o gelo já até derreteu).

Ricardo tenta beber todas para ver se fica meio alto para poder perder a vergonha e ir para o meio da pista, mas o mané boi é do tipo que não sabe beber e acaba passando vergonha em vez de perde-la, vomita toda merda que bebeu na night até mesmo aquele Halls preto que comprou achando que ia beijar alguém, acaba tendo que sair carregado por Thiago que nesse momento se arrepende de ter acordado para presenciar aquilo, porém a balada está boa, tem gente se divertindo sim, a platéia ri incansavelmente dos manes, Juliana que olhava para Thiago, percebe que ele não é o que ela imaginava, no meio de suas amigas depravadas tenta ver se fisga alguém com dinheiro para poder beber algo do bar e voltar para casa de carro, porém é a mais sem-graça do grupinho de amigas e fica a todo momento olhando aos mais arrumadinhos para ver se eles lhe dão bola, mas nada!

Thiago deixa Ricardo no táxi e volta para dentro com os outros camaradas, vai até trabalhar no dia seguinte, porém não está nem aí, só quer saber de tentar curtir para ver se consegue chegar na firma com alguma história para contar, Thiago e seus amigos fazem uma vaquinha e fecham uma garrafa de Jonnie Walker e ficam na mesa, sentados conversando.

Juliana os olha e vê a garrafa, decide se aproximar, senta ao lado de Thiago que a essa hora já está todo empolgado, mesmo sendo a “sem-graça”, isso levanta seu ego, pois acha que sua beleza a atraiu já que ela o olhava desde antes.

Começaram a conversar, tentando ser educado ele oferece o Whisky, Juliana como não é boba aceita, depois de um certo tempo Thiago vê que ela realmente gosta de whisky, começa o dilema: O assunto começa a acabar, não tem mais o que perguntar, não tem mais o que comentar, ele a olha de rabo-de-olho e disfarça quando ela o olha, ele pensa, pensa e pensa mais um pouco dá uma golada no Whisky dele e pum! Puxa Juliana e começa a beijar, ela corresponde mesmo após tomar um susto com sua atitude, apalpadas no seios, mão nas coxas, eles param um pouco para dar uma bicada no Whisky, os amigos o olham com raiva ele percebe e pensa “Ó os caras tudo com inveja!”, na verdade o problema é que todo mundo pagou a garrafa e ele tava enchendo o rabo da garota de Whisky enquanto eles estavam na primeira dose de 2 dedos, inclusive era para durar a noite inteira, um deles o chama de canto:

-Thiagoo! Cola aí!
-Já volto. Sussurrando para Juliana.
-Que porra é essa Thiago, mêu!?
-Como assim... ela é feia?
-Não isso aí tudo bem, mas você tá dando todo o Whisky pra ela... E o bagulho a gente não vai beber não!?
-Faz... o seguinte mêu, depois eu pago pra vocês a parte de cada um!
-Quê!? Cê tá de brincadeira comigo! Cê vai gastar todo esse dinheiro, por essa vaca.
-Não, aí! A mina troca mó idéia não é dessas aí não, acho que é a primeira vez que ela vem.
-Mano cê que sabe, pode deixar, só não fala que eu não...
-Entendi já!
-Vou descer pra pista com os caras falou aí!

Thiago volta para sua gata e começa conversar de novo, até que o Whisky acaba ele vê que ela começa a jogar indiretas que está com vontade de beber mais um pouco, ele disfarça falando que já beberam demais e mesmo assim estava duro, continuam beijando-se, Juliana pede licença e vai ao banheiro.

Nesse caminho ao banheiro ela já se destaca com suas amigas, que desta vez conseguiram carona, só que precisam sair agora e vão apertadas num Pálio, todas as cinco e mais três rapazes, que já aproveitam para colocar algumas no colo, Juliana desce na estação de metrô, pois é a única que mora longe das outras, salta e se lembra da noite enquanto espera o metrô.

Thiago vê que ela não voltou e fica lá bicudo, todo com raiva, mas mesmo assim sustenta a possibilidade de ter acontecido algo com Juliana, mesmo assim chama o resto dos caras pois já vai pro trabalho de lá mesmo, os caras dizem que vão ficar, então ele vai sozinho pega um táxi, mas quando vai pagar vê que não está com sua carteira acha ter esquecido em algum lugar, desce no metrô pega o bilhete que tinha guardado na palmilha do tênis para não amassar e vai para o trabalho, era a primeira vez em que ia para uma balada.

Saindo do vagão do metrô, ele vê Juliana na sua frente entrando no banheiro, ele a segue a essa altura sua adrenalina já está a mil, está tremendo, com a testa brilhando e a boca extremamente seca, entra no banheiro e vê que estão sozinhos, tranca a porta enquanto ela está no trono sem desconfiar de nada, Thiago arromba a porta do Box com uma “bença” e já saí cobrindo a garota de pancada, bica do pescoço pra cima fez o diabo naquele banheiro de metrô, viu que sua carteira estava com ela e pegou de volta, foi embora como se nada houvesse acontecido deixando a garota desmaiada, toda mijada, cagada, seminua, com vergão até na orelha, boa parte de sua cabeleira arrancada (provavelmente com as mãos) e a palavra “PUTA” escrita em sua testa com um batom.

Juliana acordou num hospital sem nem lembrar-se de quem lhe deu a surra, internada durante uns três dias, as ações foram atribuídas a uma gangue de ‘Skinheads’, já que ela não tinha nenhum inimigo declarado e era morena.
Dias depois ela ligou para Thiago, que ficou assustado, mas mesmo assim deu uma de bobo, explicou toda situação, porém nem desconfiou dele.
Hoje eles são namorados e são facilmente vistos no centro da cidade com uma turminha de punks e às vezes entram em conflito com alguns Skinheads, enfim trocaram seis por meia dúzia!

19.11.06

Você ainda sorri?

Pra quê esse sorriso?



Se mesmo depois desse recado, você não parou de sorrir, leia abaixo e veja o quão inútil é...

Pense nos Amigos de Bar “olha, vamos tomar uma lá no Pedro, o pessoal está por lá”. Nas suas amigas de farra, "consegui dois ingressos para a boite hoje à noite, vamos?".
Na sua família, que você só se da bem quando está longe dela, e olhe lá. Nos seus colegas sem sal de trabalho, de tapinhas nas costas e unhappy hours na sexta-feira.
Naquela vagabunda que você anda comendo e que, depois do coito, você não suporta nem ouvir a voz.
Naquele otário que anda saindo contigo e que você insiste em dizer pra si mesma que é um cara legal, só porque suporta suas nóias, seus problemas - mas a questão é que ele não está nem aí para eles, até que interfiram na vida dele.

Naquela sua prima que só liga quando precisa de você, feito seu cachorro ou gato, que só não lhe ignora quando está com fome. Naqueles seus amigos da escola, que, quando não viram a cara quando lhe encontram no shopping, desejam saber que você continua a mesma merdinha e que ele está numa posição financeira bem melhor que a sua. Naqueles que você diz ser seus amigos, que quando você fala da sua dificuldade com grana, não atendem nem o seu telefone, ou desconversam ou mentem descaradamente dizendo que está pior do que você.

Pense naquela sensação que vai acabar sozinho no final das contas e que, no durante, vai comer merda até umas horas - mas tenta não pensar nisso. Sozinho você é, o verme mais sozinho, carente, insuportável e egoísta que há. Se não for egoísta, é capacho. Se não for capacho nem egoísta, é doido - ou "cheio de manias", como você ousa se intitular. Patético, feio, decadente, burro. Sim, burro. Você é burro, e bajula qualquer imbecil que saiba mais que você - não é muito difícil achar um. Burro, incompetente, preguiçoso, submisso.
Você é, parafraseando Nelson Rodrigues, solitário até no câncer. E não tem nem com quem se lamentar.

Deixe atrofiar esses doze músculos de seu sorriso, me banhe com suas lágrimas.

Escrito pelo sádico de sempre...


16.11.06

A Prostituição


Conhecida como a profissão mais antiga do mundo,a prostituição até hoje não tem carteira assinada, até hoje ser chamado filho-da-puta é ofensa, entre outras coisas se vê por aí que a prostituição não é nenhum vinho para ficar melhor com o tempo.

Na Holanda o serviço é de primeiro mundo, o negócio é liberado, elas ficam lá numas vitrines em exposição é só ir lá, escolher à dedo (as vezes literalmente) e se deleitar com os serviços prestados. Legalizar a prostituição no Brasil até cairia bem, quem sabe assim a coisa ficaria mais organizada, seria mais fácil de tirar as menores de idade disso, seria também um jeito de deixar o ramo como coisa de primeiro mundo, não esse açougue.

Não podemos mentir que uma boa parte dos turistas vem aqui por causa da imagem de “país do sexo” que é vendida lá fora, antes fosse, dos turistas que vêm aqui muitos já até trazem as próprias camisinhas, por afirmar que as camisinhas brasileiras não são confiáveis, irônico e trágico, no país do sexo nem a camisinha presta. Muitas dessas prostitutas nas ruas, são aquelas que fazem por necessidade financeira e não por necessidade sexual.

Resultado, um monte de profissionais sem qualificação necessária, fazendo as coisas com má vontade, sem saber ao menos fazer um frango assado (não estou falando de culinária, ok?). O país do sexo nem disso pode se orgulhar, pois não passa de uma causa social, a única coisa que faz dele carregar esse nome é, como sempre, a mão de obra barata, o gringo vem aqui com os dólares e come muito – dependendo da variação cambial.

Tudo é valido onde quem faz filmes pornográficos vira rainha e tira o material do mercado, em vez de liberar logo, fica nesse chove não molha de derrubar os “preconceitos”, com essa onda colocam as prostitutas num pedestal, deixam imaculada a deflorada Maria Madelena.

Exemplo disso é Bruna Surfistinha, que depois de arrumar um belo de um nabo para namorar, escrever um livro e aparecer na mídia - parou de se prostituir. Porque ela parou? Não é uma profissão como qualquer outra?
Acontece que ainda existe a prostituição moral, quando você faz algo contra seus “principios” em troca de dinheiro, isso ninguém pode negar. Se ela se prostituía e batia no peito dizendo que não tinha vergonha de ser uma “profissional do sexo”, porque agora parou?

Hipocrisia! Deveria logo era falar que seu “trabalho” era uma vergonha para ela mesma, por isso que parou.

Imaginem só, depois de um certo tempo, as profissionais do sexo, de carteira assinada, currículo (dos grades de preferência), sindicato e etc.
Seria um avanço, milhões de impostos seriam arrecadados através delas, algumas empresas de raízes masculinas até teriam uma delas somente para o Happy Hour, livrando-se assim das secretárias gostosas e – agora – inúteis, também das ameaças de processos por assédio. É algo para se pensar seriamente, quem sabe eu até poderia ser um dos encarregados a fazer o exame admissional aqui no escritório.

Só tem um problema, esse efeito deixaria as agências de propagandas poderiam falir, pois os profissionais do ramo não iriam parar de passar óleo bronzeador nos go-go boys.

Legalizem já!
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